terça-feira, junho 12, 2007

Festa

 


Não sei a quem essa menina puxou...
Além de amar festa, devora brigadeiros e bolos de chocolate.
aaafffff
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segunda-feira, junho 04, 2007

O bodum que vem de Angola



Fui ler um post da Fer, sobre a África estar logo ali na frente do Brasil.
Quando eu atravessava uma fase difícil em minha vida, meu pai me levou para visitar meu padrinho de casamento, o divertidíssimo Darcy Ribeiro, que dispensa outras apresentações.
Ele, havia pouco, tinha escapado do hospital rumo à sua casa em Maricá, litoral fluminense. Sua cura ele atribuía a um caldo de cana que tomou na estrada. "Tomei dois copos de caldo de cana e passei os dias seguintes expelindo tudo de podre que havia em mim. Caldo de cana é a cura para todos os males", ele contava, com aquele seu exagero delicioso.
Lembro perfeitamente dele, deitado na rede mandando eu respirar fundo aquela brisa do mar. "Respira fundo, minha filha. Sinta o bodum que vem de Angola."
Nunca me esquecerei dos seus sábios ensinamentos. Sempre q estou no litoral (carioca ou paulista) respiro fundo o bodum que vem de Angola.

PS.: A foto é dele em Maricá, mas não foi feita por mim. Quando fui visitá-lo, ele ainda estava meio careca, resultado da quimio pela qual tinha passado. Ainda sentia falta do seu topete...

sexta-feira, maio 18, 2007

Dia das Mães





O Almoço do Dia das Mães esse ano foi na casa da Bianca, a mãe do Tom-Tom e do bebê q começa a despontar na barriguinha dela.
Mãe muderna q ela é, contou com o marido arrasando na cozinha. Lula, o "Homem da H2O", mandou ver num camarão tailandês. Frederico não podia ficar pra trás no "duelo de titãs" e fez quatro tipos de molhos para acompanhar sua polenta: pesto, cogumelos, lulas e tomate. Como meu marido não cozinha, Marocas preparou seu "lagarto da minha sogra" com bastante antecedência e não fez feio.
E ainda tinha suflê de mandioca, arroz, farofa e salada.
Infelizmente, a família que levaria sobremesa não foi. Sorte q Marocas, uma formiga prevenida, levou queijo e goiabada diretos de Ponte Nova (MG). Fez sucesso ao abrir caminho pro café do Lula. O "Homem da H2O" justifica a fama e faz um café divino.
Claro, tudo terminou com crianças e adultos fazendo um som... E brincando muito, muito mesmo...

quarta-feira, maio 02, 2007

de volta, homenageando Dona Irene

É só eu sair q aparecem posts... ho ho ho!

O motivo foi uma gripe galopante q atingiu a família inteira. O vírus aproveitou meu momento de alto estresse e imunidade baixa e mandou ver... Já estou me recuperando, obrigada.

As duas últimas semanas foram tensas para o casal, com muita coisa rolando no trabalho: clientes fechando relatórios, treinamentos, novas atribuições...

No plano familiar, passamos por momentos difíceis com a doença da minha avó, q culminou com sua passagem há pouco mais de uma semana. Uma pessoa polêmica, mas de imensa generosidade, Dona Irene gostava de uma casa arrumada e fazia muitas guloseimas na cozinha. Preparava mingau de milho verde e arroz doce assim q avisávamos q passaríamos alguns dias com ela. Ela mesmo dizia q Elisa se parecia muito com ela: é a única neta e bisneta que herdou seus olhos azuis e cabelos louros. Ganhei de herança seus panos de prato e toalhas bordadas a mão e com bicos de crochê feitos por ela. Ela sabia q eu iria gostar e cuidar bem.

Sofria com a mania comunista do meu avô q, com suas idéias implicava com sua devoção à Igreja. Criou não só os filhos, mas os irmãos com mãos de ferro, com educação bastante alemã.

Mas, o lado polêmico vcs irão conhecer a partir de uma história e tanto vivida por ela e por minha bisavó, dona Nhanhá, sua tia e sogra (meus avós eram primos, portanto, somos duplamente Frossard).

Estavam as duas viajando de Manhumirim (MG) para Belo Horizonte de ônibus, lá pelos anos 60, no tempo da ditadura. No meio da viagem, o trânsito parou para a passagem do Magalhães Pinto - se não me engano, era o governador à época. Dona Irene, vendo q sua viagem ia ser atrasada, desceu furiosa do ônibus e começou a gritar com os soldados do exército que fechavam a estrada. Coisas como "isso é um absurdo", "parar para uma porcaria de governador", "quem ele pensa q é"... e por aí vai. Minha sábia bisavó, Dona Nhanhá, vendo q já juntava gente e soldado em volta dela, correu a um militar mais graduado e falou em tom de confidência que era pra eles relevarem o tom da nora, pois estava com problemas mentais. Que ela estava levando-a para Belo Horizonte para fazer tratamento psiquiátrico, que seria internada e tudo. Graças à intervenção da Dona Nhanhá, minha avó só ouviu um pedido para que retornasse e aguardasse no ônibus. Ufa...

sexta-feira, abril 20, 2007

não sumi...

Apenas passei por uma semana triste que culminou com o estresse sugando toda minha imunidade. Resultado: gripe, febre, calafrios...

Dias melhores virão.

quinta-feira, abril 12, 2007

Banana Bread

 

Tinha uma penca de bananas nanicas já passando da época. Para não perdê-las, resolvi pedir à minha super ajudante Conceição para fazer um bolo de banana tipo americano q eu amo. E não é q saiu direitinho.
Cheguei em casa tava aquele cheirinho de bolo. Fiz logo um chá para acompanhar já q o friozinho já está batendo à porta paulistana. Maridão chegou e comeu de sobremesa, com a filha pedindo pedacinhos. E, de manhã, repeteco com café com leite. Já se foi...
Ficou só faltando nozes picadinhas, mas Elisa ainda não pode. Fica pra próxima.
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quarta-feira, abril 11, 2007

rápido e rasteiro...


Todo mundo que me conhece um bocadinho sabe que eu morro de saudades do Trader Joe's - um conceito diferente de mercado, meio que de bairro: "neighborhood store". Vende pouca variedade, mas tudo de excelente qualidade. Sua marca própria é altamente confiável. E tem opções super práticas, gostosas e até orgânicas.

Sempre me lembro deles quando recebo um telefonema como o que recebi ontem: "vou chegar cedo em casa porque preciso jantar para poder ficar de jejum até o exame que preciso fazer amanhã". Jantar? Cedo? Mas, só tem um restinho de macarrão e um pão integral...

Lembrei de todas as comidinhas que comprávamos no Trader Joe's. Aqui, o único pacotinho que uso e gosto é um dos risotos do arroz Tio João. É rápido e não fica completamente com gosto de caldo de frango de pacotinho. Ontem, corri pra fazer um risoto a tempo. Além da colherada de manteiga que a receita pede, completei com queijo parmesão, uva passa e bastante cheiro verde. Ficou bom e ele até quis repetir... Mas, não sobrou... ho ho ho...

Ele se contentou com "banana bread" de sobremesa. A receita eu anoto aqui amanhã.

terça-feira, abril 10, 2007

Friozinho chegando: tempo de inventar massas




Essa aí fez sucesso. Conchiglione di zucca.
Cozinhei a massa e ao mesmo tempo, refoguei a abóbora, deixei ficar bem sequinha e passei no processador com ricota, alho, sal, pimenta e bastante sálvia. Recheei a massa com essa misturinha e fiz um molho branco com leite encorpado na maizena, requeijão, queijo parmesão e noz moscada. Montei na assadeira e levei pra gratinar um pouquinho com mais queijo e orégano.
Mama mia, ficou muito bom!
Elisa aprovou...

segunda-feira, abril 09, 2007

Cidades e Soluções


Fiquei feliz ao ligar a tv hoje cedo enquanto esperava o táxi e dar de cara com o programa Cidades e Soluções, da Globo News e descobrir que agora, o programa neutraliza totalmente suas emissões de gases de efeito estufa plantando árvores.
Aí, você pensa... Tá bom, eles são a Globo, tem infra pra plantar árvores onde quiserem... Quer a solução? Pois Marocas vai te ajudar. O Bradesco planta árvores pra você por meio do site Click Árvore. Eu vou lá e todo dia planto uma árvore. É de graça, vc acompanha onde ela é plantada e dá até pra ver fotos do terreno. Se achar que uma árvore por dia (máximo permitido) é pouco, vc pode comprar mais mudas. Tem gente com milhares de árvores...
E aí, já plantou sua árvore hoje?

que luxo!!


Minha Nossa Senhora da Pirapora!!!
Acabei de perceber que Marocas está chiquetérrima...
Tem link no blog da Fer pra cá...
E, pior, é no blog "culinário"!!
Melhor arrumar a casa e passar um café, pq vai q aparece visita...

segunda-feira, abril 02, 2007

Sacos plásticos? tô fora!

Sempre q faço compras no Empório Moema, sinto q os caixas e os empacotadores me olham torto. Ao me verem na fila, já devem pensar: "Lá vem aquela hiporonga maluca". Calma, não uso dreads ou "flowers in my hair". Mas, é q sempre levo minha sacola de lona para não ter q usar sacos plásticos. E, qdo eles são absolutamente necessários, peço q coloquem bastante coisa em cada saco. Os funcionários dos supermercados, acostumados com madames paulistas chiquetérrimas chegam a bufar...
Eu? Ora... Nem ligo... E ainda faço discurso, dizendo q o planeta agradece e q os filhos deles tb agradeceriam, q o plástico demora centenas de anos pra se desfazer... e etcetera e tal.
Há umas duas semanas, fiquei toda orgulhosa. Uma menina do caixa virou-se pra mim e disse "se todos fossem iguais a senhora". Pra mim, soou como uma música de Jobim ou um samba da Mangueira... Quem dera, minha amiga...
Hoje, vi no blog da Fer q San Francisco está bolindo os sacos plásticos. Fiquei imensamente orgulhosa. Essa cidade que ocupa um lugar tão especial no meu coração dá mais uma prova de ser realmente muito avançada!
http://www.cnn.com/2007/US/03/27/environment.baggs.reut/index.html

quinta-feira, março 29, 2007

Ivete e as babás

Copiei essa frase do blog do Aydano André Motta. Tá no Globo de hoje. E a autoria é da Ivete Sangalo.

- A música vai estar comigo para todo o sempre, mas o ritmo vai se reduzir, porque virão os filhos. Tenho um conceito muito forte do que é tê-los (...). Então, isso de filho vai tirar muito do meu tempo para o trabalho. As maravilhosas babás que me perdoem, mas mãe é fundamental - garantiu ela, cheia de razão, na entrevista a Arnaldo Bloch. - Babá é suporte, não substituição. É a mãe quem educa, quem lava, quem limpa, quem dá para comer. Pariu, tem que criar. Nós somos frutos do que nossos pais nos passam. Frutos do amor deles.

Já a admirava não pelo seu repertório (pq não sou assim muito fã de axé), mas sim por sua simpatia, pelo pique q mantém no palco, pelo carisma. As mães hoje têm q se desdobrar entre carreira e filhos. Confesso q ainda não assimilei essa arte. Todo dia, lá pelas 17h, um saco de culpa de uns 30 quilos se pousa nas minhas costas. Carrego aquela culpa toda até ir pra casa.

Minha filha fica, sim, com a babá a tarde toda até eu chegar. Mas, nos finais de semana, eu e André nos esforçamos para estarmos coladinhos com ela. Acontece q, de vez em quando, bate uma enorme vontade de ter uma folguista sim. Afinal, eu e ele passamos por semanas de trabalho intenso. Uma descansada de vez em quando seria ótimo.

O Aydano é contra. Para ele, os pais têm q assumir os filhos inclusive nos finais de semana. Certamente, a mãe dele ou a sogra devem morar na vizinhança...

quarta-feira, março 21, 2007

recompensa...

 

 

 

 

mamãe, tava muito boa essa sobremesa q vc fez pra mim...
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enquanto isso, na Cuba de Fidel...

 


Foto de uma mesa no interior da ilha. Não conheço bem as frutas cubanas, mas sei reconhecer goiaba (a fruta da minha infância). Tem tb uma q se chama mamey. Dei uma busca no google e vi q as flores se parecem muito com a nossa "abricot de macado" ou "fruta pão", mas a fruta em si é diferente. Essas frutas foram colhidas no quintal de uma família que mora no interior de Cuba.
Meu amigo Marcello fez uma viagem interessantíssima pelo interior de Cuba e trouxe fotos de uma outra realidade: saem turismo sexual e praias proibidas aos locais, entram energia solar, hortas, mesas simples, porém fartas.
Aos poucos publico aqui algumas fotos interessantes de uma nova realidade que surge por lá.
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e mais risoto... dessa vez, pra família lesmão...

A família Lesmão passou um domingo com a gente. fazia sol e o dia começou com uma ida ao Burle Marx. Felipe, mais conhecido como Lesmãozinho, deu um show comendo papinha q nem gente grande.

 


O que oferecer a esses amigos tão queridos? Risoto, baby... A nova especialidade da casa. Esse aí foi dica do Cléber. Faz a base do risoto, no meio do processo acrescenta pedacinhos de pera ou maçã e queijo roquefort. Coisa de louco.

 


Para acompanhar, aspargus no forno com limão e queijo parmesão (aspargus brasileiros são muito fininhos... Ainda precisam passar por uma "engorda". E o filé foi passado na manteiga e voltou pra panela pra nadar no molho de vilho e shitake.

 


De sobremesa, a tentativa frustrada de fazer um suflê de nutella. Ficou com uma casquinha deliciosa, mas por dentro, ainda cru. Voltou pro forno até encorpar e isso deixo um gostinho de queimado... Ainda preciso praticar mais os suflês. Eu amo, mas eles acabam sofrendo avarias antes de irem à mesa. Talvez precise de um forno ainda mais baixo...
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almoço pra prima

 


Há umas semanas, Heloísa, prima de Juiz de Fora, veio visitar a Elisa.
Tive q rebolar na cozinha pq Helô está acostumada com as delícias da Marcele, que opera a cozinha da D. Edite, avó do André.
Improvisei um risoto com legumes, filé de pescada ao forno com ervas e um pastel de massa folhada de alho poró e ervilhas. Ela saiu bem feliz e contente... ufa!
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o primeiro brigadeiro a gente nunca esquece...

 

Dá pra ver que ela puxou a mãe?
Primeiro brigadeiro: aniversário do André, julho de 2006.
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segunda-feira, março 19, 2007

Finalmente...

Depois de muita luta contra esse html... E com a ajuda sobre humana do meu queridíssimo marido, entra aí em cima a nova logo do Maroquinhas.
Agora, definitivamente, um blog bem mulherzinha...
Ou seja, florido e fresco toda vida...
Amanhã mesmo já vou inserir algumas frescuras q andei fazendo na cozinha da Marocas.

quinta-feira, março 08, 2007

calma, calma...

só mais um pouquinho...
já vai ficar pronto...
por enquanto, a gente vai experimentando com essa cor de burro qdo foge...
mas, procurando ainda um amarelo ocre q sirva...

terça-feira, janeiro 30, 2007

puxão de orelha

Eu sei... eu sei...
Parei em novembro, veio Natal e Ano Novo e eu nem tchuns por aqui...
No meio disso tudo, teve férias frustradas no Rio e em Búzios, momentos de desespero por conta da dieta imposta pelo médico louco...

Mas, mais recentemente, a alegria está reinando. Quebramos o vício de irmos pro Rio em todos os feriados. Isso vai nos liberar de um estresse tremendo. E eu estou com uma médica nova, q me deixou muito feliz e satisfeita da vida.

Meanwhile... Marocas está reformulando. Ou melhor, buscando uma fórmula nova.
Estou pensando em cara e conteúdo.
Espero contar com a ajuda de amiguinhas designers.
E quero ver se consigo, antes do Natal, dar uma arrumada da nossa carinha nova.

Jorge, é só esperar um pouquinho q eu aviso qdo a novidade for pro ar.