quinta-feira, junho 29, 2006

Faz frio em Sao Paulo...








Faz muito frio. E olha que eu morei em cidades onde o frio é inclemente: Boston e São Francisco.
Mas, aqui é pior. A roupa parece molhada. A comida esfria em minutos.
Tenho saudade dos meus aquecedores. Aqui, compramos um e colocamos no quarto da Elisa pra ela não sofrer muito. De madrugada, dá vontade de ir pra lá dormir com ela. Nem reclamo qdo ela chora. Pego no colo e abraço bem apertadinho pra sentir aquele quentinho gostoso. Parece um bichinho de pelúcia...

Drops da copa 2

Tenho andado com preguiça de postar...
Temos visto os jogos, mas não sofro mais. Afinal, em vez da tensão de grudar na bola, vira e mexe tenho que levantar, correr atrás da Elisa, andar um pouquinho pra ela, tentar fazer com que ela torca um pouquinho...
Mas, vamos a alguns bullets sobre a última semana...

- Acho graça qdo a seleção joga mal e a imprensa critica. Basta vir um timinho fraco pela frente, que nem o Japão, q todo mundo elogia, diz que foi maravilhoso... Pô, tb, contra o Japão, né?! até eu.
- Foi difícil torcer contra o Zico. No início da partida, qdo os jogadores foram lá falar com ele, lá estava eu, lágrimas descendo...
- Torci muito pela França. Taí um time de superação. Jogou mal e qdo precisou, se arrumou e partiu pra cima. O gol de Zidane foi bonito como deve ser: sem chutão pra frente, sem bola parada, só de toque, de armar uma jogada...
- Mas, no sábado, aqui em casa, não dá pra entrar no clima de revanche. Somos brasileiros em primeiro lugar. Mas, se não der, continuaremos a torcer por les bleus contra a Argentina, Inglaterra, Alemanha ou seja lá quem for...
- Irritante essa tv digital da TVA. A gente nem precisa acompanhar a jogada pra saber se foi gol pq Moema inteira grita antes. Se não gritarem, não é gol. A transmissão vem com atraso. É uma pemba!! Mas, hoje, instalariam a Net. Espero que melhore.
- Estou muito orgulhosa dos coleguinhas e amiguinhos q estão na Copa. Estão fazendo um belo jogo nas páginas dos melhores jornais do país.

segunda-feira, junho 19, 2006

Bussunda

Lembro que num dos meus primeiros dias de aula na Eco (Escola de Comunicação da UFRJ), avistei aquela figura um tanto inusitada para meus padrões de "garota-de-condomínio-que-morou-um-tempo-em-Brasília". Ele era gorduchinho, tinho uma cabeleira, andava de havaianas velhas, camiseta e bermuda surradas e tinha uma bolsa-sacola a tiracolo. Alguém me falou que era o cara que escrevia a Casseta Popular e que ainda vinha pra faculdade pq estava devendo umas matérias. Eu, que lia sempre o Planeta Diário, fiquei olhando pra ele e já achando graça daquele ser bizarro. Depois daquele dia, nunca mais o vi.
Atualmente, ele surgia nas conversas de família por conta dos meus cunhados, que trabalham no programa do Casseta e Planeta. Soubemos de sua morte antes de noticiarem, pois meu cunhado estava com ele na Alemanha. E foi uma outra cunhada que serviu de intérprete nos seus momentos finais.
Ficamos muito tristes, como se alguém muito íntimo tivesse partido. E pensar que aquele menino de chinelos virou um ícone do humor carioca mais escrachado. Vou lembrar-me dele toda vez que me perguntam se estou gostando de São Paulo: "é como disse o Bussunda, no seu "Perfil do Consumidor": qual o lugar mais estranho em que já fez amor? Ele teria respondido: São Paulo".

segunda-feira, junho 12, 2006

dia dos namorados? hã?

Qdo parimos, doamos metade do nosso cérebro pro bebê. A metade que se foi não se regenera na nossa cabeça, só na do bebê. Isso é uma teoria que poderia render frutos num departamento de neurologia. Vou passar adiante a idéia pro Maurice.
Eu posso comprovar essa teoria agora! Se eu fizer uma tomografia hoje, verão um lado com meu cérebro funcionando bem bacaninha. Ali estarão as funções que me permitem fazer uma mamadeira, trocar a fralda e usar o controloe remoto da tv. Já o resto, no outro lado do cérebro... pode esquecer. Tá oco.
Desde que Elisa nasceu, eu me esqueci do aniversário do André, aniversário do nosso casamento, do meu aniversário e quase ia junto o Natal. Mas, dessa vez, eu me preparei com antecedência. Nesse dia dos namorados, vou surpreender lembrando e com um presente na mão!
Mas...
Acordamos hoje depois de uma noite inclemente da Elisa. Enquanto ele tomava banho, eu trocava Elisa (cheia de xixi). Ele saiu atrasado, foi o tempo de tomar um copo de Ades e escovar os dentes da Elisa. E qdo ele já deveria estar chegando em Alphaville, lembrei do presente, escondido no meu armário há meses... Continua lá... De noite, se eu lembrar, entrego.
Fala sério!


PS: Tentei torcer pelos EUA hoje. O que não se faz por uma filha americana. Tentei ensaiar um GO USA com ela, mas o timinho já tomou dois gols... Não vai longe...
PS2: Amanhã vamos torcer na casa do Jorge. É aniversário da Sofia, que vai completar 1 aninho. Eu não esqueci: comprei o presente dela no sábado!

sexta-feira, junho 09, 2006

futura pianista?

E por essas e outras...

Eu poderia estar contando as coisas muito bacanas que aconteceram essa semana...
Mas, estou triste, tristinha (como diria Zeca Baleiro).
Um amigo me deixou assim.
Aprendi em casa a ser justa. Sempre. Ouvir as partes, me colocar no lugar do outro. Mesmo que eu tenha um rompante aqui e ali, tento consertar, pedir desculpas, me acertar com as pessoas. Mas, agora não consegui. Estou sofrendo por conta de uma amizade que está à beira de um abismo. E o que é pior, estou a ponto de empurrá-la, deixar que caia no vazio e se espatife feito o coiote que corre atrás do bip-bip, só deixando uma nuvenzinha de fumaça.
Estava seguindo todos os passos, pensando em conversas e e-mails que trocaríamos até a situação ficar mais tranquila. Isto é, até que meteram minha filha, uma inocente criaturinha de nem ao menos um aninho de idade... Aí, a coisa ficou feia e eu não quero mais saber.
A gente vai continuar triste, tristinha, mas isso passa. Eu não quero conversa com maluco. Pronto. Falei. Quem sabe agora começa a melhorar?

segunda-feira, junho 05, 2006

drops da copa 1

Pra ser curta e grossa:

- Sou eu ou essas vinhetas da Deborah Colker pro Fantástico são enjoadinhas? Lame, so lame...
- Em 98 e 2002 eu era assim: não perdia um Globo Esporte, lia o jornal de cabo a rabo, sabia tudo sobre todos os jogadores (passado, presente e futuro). Ontem, fomos almoçar com amigos no Bárbaro, um argentino aqui no Itaim. Tinha telão e estava passando jogo-treino da seleção (que eu nem sabia que iria rolar). Lá pelas tantas, eu percebo que nem o André sabe quem são alguns dos jogadores...
- Pra piorar, outro dia, chego na academia cheia de bandeirinhas do Brasil e fico perguntando o que elas estariam fazendo ali... Afinal, sete de setembro ainda está tão longe... eita americanismo...
- Jogo da copa às 13h do domingo de feriado é fueda! Vamos assistir no telão do tio Rízio e voltar correndo... Dutra de noite: aaaaaaaargh!!
- Saudade gigantesca de assistir jogo na casa da Giselle!!! Onde estão meus amigos que tb sabem tudo de Copa?

terça-feira, maio 30, 2006

Salvem os anoes!!

Se eu contar, ninguém acredita. Por isso, semana que vem irei fotografar.
Calma, eu explico...
São Paulo é a capital da sofisticação, certo?
Estava andando no Brooklin, indo para a minha aulinha de patchwork, quando os avistei. Quase tive um troço. Estava sem máquina (meu celular é pré-histórico, viu?!). Não sabia se ria ou se chamava a sociedade protetora dos anões.
Eis que vi literalmente atrás das grades Branca de Neve (ruiva!), os sete anões, a bruxa malvada e ainda uma chapéuzinho vermelho de quebra... Todos num micro jardim de um sobradinho. Habitado tb, lógico, por um poodle.
Isso não pode, gente!
Não em São Paulo... não no bairro onde devo morar daqui a três anos...
UGH!

quinta-feira, maio 25, 2006

saiu o sol!!

Depois de dias em que eu duvidava de sua existência, o Sol resolveu aparecer. Ufa! Não que isso signifique que agora vai fazer calor, mas que já muda o ânimo... ah! isso muda!
Elisa já desceu pra brincar no parquinho e eu vou comprar as últimas coisas que faltam para sua festinha.
Vamos sacudir o mofo e espantar aquele tempinho podre paulistano!

quarta-feira, maio 24, 2006

Chato ou chato, that's the question...

É a segunda vez que tento ler Chatô do Fernando Morais. A primeira foi ainda na época de faculdade, eu acho.
Minha nossa... é muuuuuito chato. Detalhado por demais... E eu que devorei Carmem, do Ruy de Castro. Achei que deveria emendar uma biografia pq seria outro livro lido de enfiada.
Não deu. Já quase abandonei o livro umas duas vezes... Mas, insisto dizendo que devo superar as primerias 200 páginas. Aaaaiiii até onde vai o martírio...

segunda-feira, maio 22, 2006

friiiiioooo

Ai, detesto o frio... Aqui em São Paulo o sol aparece por alguns minutos e lá estamos nós indo pro parquinho do prédio ou pra algum programinha outdoors. Mas, na maioria dos dias, o que aparece é um cinza pavoroso que te coloca pra baixo, te deixa sem motivação e com vontade de ficar embaixo das cobertas...
Só quero chocolatinho quente com rum. Até a Elisa resolveu hibernar hoje...

terça-feira, maio 16, 2006

triste em sao paulo

Fiquei tanto tempo longe daqui e qdo volto a escrever estou afundando numa tristeza, numa paúra... num baixo astral de dar gosto... Depois da angústia de ontem, vem a falsa tranquilidade de hoje. Até quando? Estou desiludida...
Porque o governo paulista disse que sabia que a onda de violência viria e quando seria.
Porque o Lula declarou ao Le Monde que a causa da violência é a falta de investimento em projetos sociais. Acho melhor alguém avisá-lo de que ele agora é presidente e, portanto, é quem decide onde investir.
E pensar que, em Berkeley, eu tinha medo de terremoto.

quinta-feira, abril 27, 2006

Brad e Angelina de novo...

Parece que voltaram, vão ter mesmo o filho no meio da selva.
E, com certeza, vai ter um nome escalafobético... Ah! Eles se merecem...

Hoje tem limpeza de pele de graça na academia...
Vou dar um pulo lá... De graça até injeção na testa num ônibus errado.
Depois volto e conto do batizado.

no Rio

No feriado passado, foi a vez de irmos pro Rio. Conseguimos sair relativamente cedo. Elisa se comportou lindamente na estrada: vomitou na serra... Ficamos desesperados pq ela estava no car seat e tínhamos medo de ela engasgar com o vômito. E ainda vomitou mais na Linha Vermelha. Ficou muito abatida, fraquinha...
Mas, foi logo chegar na casa da avó, tomar um cházinho de hortelã, rever o Spike e a Teka que a felicidade voltou.
Ficou toda serelepe pro lado da Inês, engatinhou e andou pra tudo que é lado. Ufa!
Depois que ela estava restabelecida, foi colocar o vestidinho cor-de-rosa e ir pra festinha da Carolina. Lá, ela fez sucesso, andando pra todo lado e fazendo novos amigos. Um deles, a Marina, filha do primo do Flávio que mora em Londres, abraçava a Elisa a todo instante. Ela amou pastel de forno de frango e mate. Dormiu na volta pra casa, exausta de tanto fazer bagunça.

um arranhadinho

Em geral, dirijo bem. Nunca bati nem sequer amassei um carro. Já dirigi na Rio Bahia e nas highways americanas.
Dito isso, tb quero dizer que ainda não me acostumei em morar num bairro em que os aviões passam tão baixo que podemos ler a marca dos pneus: Michelin, Firestone, Goodyear... Há ruas em que dá pra ler o título do livro que o passageiro está lendo.
Eu me assusto com o barulho do avião e morro de medo de algum explodir aqui. Já inclusive tracei as rotas dos debris que poderiam nos atingir caso um avião venha a explodir no céu de Moema.
POis, véspera de viajarmos pro Rio, revolvi abastecer e dar uma ducha no carro do André. Escolhi um posto BR (trabalhei na Essso, mas sempro abasteço na BR - sou nacionalista mesmo, não é cuspir no prato em que comi. Prefiro lucro em solo brasileiro que em Coral Gables). Bom, esse posto fica diretamente embaixo da rota dos aviões, perto do shopping. Estava eu saindo da bomba e me posicionando para a ducha qdo um aviãozão passou bem baixinho. Não tive dúvida, abaixei pra deixar ele passar. na verdade, me assutei com aquele barulhão. Resultado: dei um totózinho numa pilastra e raspei o carro do André.
Ai que bosta... Pior é aturar todo mundo enchendo o saco... aaargh!

ainda a semana santa

Andei sumida, mas prometo recapitular "pratrasmente" desde nossa Semaninha Santa.
Fomos pra Sto. Antonio do Pinhal. Reserva feita em cima da hora, com preferência garantida pelos nossos amigos donos da Villa Mantiqueira. Não via a hora de passar uns dias deliciosos na mata. Mas, eis que André precisa trabalhar e só fomos pra lá na 6a. feira depois de meio-dia... Pensei que não fôssemos nem aproveitar. Mas, tenho que dar o braço a torcer. Uns dias no mato fazem um bem imenso, principalmente pra Elisa. Foi uma delícia reencontrar o carinho e o aconchego da Nilma, Nunes e Maria Clara.
Ao chegarmos, ficamos na cidade, almoçamos truta e rumamos pra pousada. Claro, erramos a entrada e fomos pro lado errado. Nada que Lívia lendo um mapinha não possa dar um jeito. Chegando lá, já fomos mimados com a roupa de cama mais fofa na qual Elisa já dormiu. Bordado inglês e fitinhas cor-de-rosa foram um mimo só. André pôde descansar um pouco (a semana teve direito a viradas de trabalho) e eu e Elisa fomos brincar de correr atrás das galinhas. Elisa gritando pra elas...
De noite, descemos pra casa principal da ousada, trocamos chocolates e nos entregamos aos aromas da cozinha da Nilma para jantar. Hummm... Creme de mandioquinha, quiche de palmito, risoto de bacalhau e tortinha de limão de sobremesa.
Elisa estranhou o berço e, de madrugada, pulou pra nossa cama. Mas, de manhã, já estava toda serelepe no café da manhã, comendo pão de queijo quentinho. Demos uma volta pela pousada, combinamos o jantar e saímos para o CapriAlemão comprar queijinhos e lembrancinhas de páscoa. Seguimos para a Cachoeira do Lajeado. Só que, lá chegando, Elisa dormia profundamente. Resolvemos passear de carro e deixá-la aproveitar o sono dos justos. Almoçamos na Camponesa. Truta de novo. Uma delícia. Com direito a violino ao vivo (e Elisa hipnotizada, no máximo batendo palminhas, depois de andar pelo restaurante inteiro). Comeu cenourinhas cozidas e amou... prenúncio que algo estava mudando...
Voltamos pro hotel e de noite, o melhor nos esperava. Nilma ofereceu para Elisa um jantar de princesa junto com a Maria Clara, filha deles de 6 anos. Macarrãozinho com molho vermelho. Eu, já pessimista, não acreditava que ela comeria... Pois Nilma arrumou a mesa com capricho e fez um prato lindo pra Elisa que comeu a metade! Eu cheguei a chorar emocionada. Nunca tinha visto minha filha comer tanto! Não preciso mais nada pra ser feliz! Elisa comeu! Claro, tive que deixar que ela comesse sobremesa. Tortinha de maracujá e suspiro. Ela pegou um em cada mão e se deliciou... Ficou tão feliz minha pequena...
Logo depois foi nossa vez de jantar: salada verde, fondue de queijo e torta de maracujá. Estava tudo uma delícia, mas eu só pensava em minha filha abrindo a boca em direção ao André pedindo mais macarrãozinho...
De manhã, soltamos Elisa no chão depois de comer seu pãozinho de queijo. E ela rodando, brincando com a Maria Clara. Fomos direto pra Cachoeira do Lajeado e levamos Maria Clara junto. Estava um pouco frio e Elisa não gostou da caminhada no mochilão para trilhas. Mas, gostou de sentar perto da cachoeira e ser salpicada de água gelada.
VOltamos para almoçar na pousada e Nilma, de novo, ofereceu um banquete para Elisa: arroz, creme de espinafre e panqueca de frango. Elisa se fartou! Comeu espinafre e no fim, enfiou meia panqueca boca abaixo... Eu não acreditei. E ainda comeu panqueca com nutella. Lambeu os beiços e eu lá chorando...
Na nossa vez, tb arrebentamos: creme de palmito, salada, risoto de funghi com escalopinho de mignon e torta de maçã. Oh vida... ter que voltar pra São Paulo parecia um castigo. Elisa dormiu quase toda a viagem e chegamos em casa felizes de termos aproveitado um feriado numa terra que agora adotamos como nossa preferida.

quarta-feira, abril 12, 2006

Finde tranqüilo...

Depois de passarmos o sufoco que foi a virose que a Elisa pegou, tivemos um final de semana ao mesmo tempo agitado e tranqüilo.
No sábado, churrasco em Alphaville, na casa do Antonoaldo, da McKinsey. Muito bebês juntos. Elisa brincou de se esbaldar e até engatinhou na grama (lembrem-se que a Elisa tem aflição de grama). Ela se divertiu com os novos amiguinhos e, claro, com a Bruna e o Bernardo.
Na volta, capotou no carro...
Foi chegar em casa, banho e dormir.
No domingo, fomos comer um buffet de café-da-manhã numa padaria aqui perto. Ai, como o pão de São Paulo é bom. E, quando já quase estávamos entupidos de guloseimas, Alex e Priscila ligam pra convidar pra almoçar no Café Journal, um buffet delicioso colado no nosso prédio. Ai... comer comer... de novo... ueba!
De tardinha, empanturrados, foi hora de descansar e nos prepararmos para o show do Pedro Luis e a Parede e Roberta Sá. O show foi maravilhoso!! Roberta está com a voz que é uma pluma, bem tratada, educada... E PLAP foi animadíssimo, showzão!
Deu pra sentir que existem pessoas bacanas, mudernas em São Paulo. Eles só não moram em Moema. Ou são todos cariocas. Compramos mais um cd da Roberta e o dvd do Monobloco. Aliás, deu pra perceber uma grande diferença entre morar no Rio e em São Paulo. Custa caro morar aqui. Não só o custo, mas se vc não usar saltinhos, blusinhas assim e assado, não fizer chapinha... blergh pra vc. No Rio, basta um par de havaianas, um bom show no Circo Voador, uma latinha de cerveja e tá beleza
Ai que saudade...

sexta-feira, abril 07, 2006

um lindo vestido azul

Esse vestido foi feito para minha prima Ana Maria pela minha avó Dalva. Hoje, a Ana está com 24 anos e o vestido é o mais lindo que a Elisa tem. Fez um sucesso enorme emoldurando seus olhos azuis. Essa foto tiramos na loja da Munik com a coelhinha gigante que eles têm lá.

Brad e Angelina

Matéria do Globo de hoje dá conta da separação do casal de estrelas de Hollywood Brad Pitt e Angelina Jolie.
Parece que ela expulsou o ator de casa em prol de sua liberdade.
Só tenho uma palavra: amei.
Ah! Tenho outras tb: bem feito, babacão.

Sim, sou do team Jennifer Aniston...

quinta-feira, abril 06, 2006

Sai de mim!!

Essa noite, senti como se alguém me observasse a dormir... Parecia estar ali à espreita, esperando algum deslize, sorrateiro no meio da noite.
Nas diversas vezes que acordei durante a madrugada, tentei procurar o que havia de diferente, o que era aquela presença.
Protegi meus pés e usei meu moleton preferido. Quem iria atentar contra um agasalho de Dartmouth College?
Ele. O vírus pestilento!
Primeiro, ele havia se apossado da minha filha e agora parece querer me atacar tb.
Lá, ele teve êxito. Covarde, lutando contra uma criaturinha indefesa.
Mas, aqui, não vai ser moleza não. Estou pronta para a batalha e não irei me entregar! Convoquei meu exército de chás, vitaminas e sprays. Não daremos trégua. Pode vir quente que estaremos fervendo.
E, por sinal, vê se larga da minha filha!